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Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’, nome da instalação inédita do alagoano. Munido de expressões populares como “nó na garganta”, “cara de pau”, “dedo podre”, “olho do furacão”, “das tripas coração” e “empurrar com a barriga”, o artista exibe obras que criticam a situação sociopolítica do Brasil. A bienal começou no sábado 23 de abril e segue até 27 de novembro.

No pavilhão brasileiro entra-se por um ouvido e se sai pelo outro, literalmente, já que a entrada e saída da mostra se dá através de duas orelhas gigantes. Na mais antiga bienal do mundo, Jonathas de Andrade expõe a situação política do Brasil através de metáforas que ressoam nos direitos humanos, na Amazônia, no negacionismo e diversas situações que vivemos.

Logo de cara, na primeira sala, é possível ver uma instalação intitulada ‘Dedo Podre’, onde um dedo repetidamente aperta repetidamente o botão errado de uma urna eletrônica. Na obra que dá nome à instalação, um lábio gigante no teto vomita lentamente um coração vermelho que se expande enchendo a sala, pressionando os visitantes contra as paredes.

 

Confira fotos:

 

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’

 

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’

 

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’

 

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’

 

Jonathas de Andrade representa o Brasil na Bienal de Veneza ‘Com o coração saindo pela boca’