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Considerada a maior plataforma de arte moderna e contemporânea, a Frieze articula os principais críticos e curadores do mundo todo para identificarem temáticas que respondam a questões atuais pertinentes na arte. A feira é composta por duas grandes seções Frieze Art Fair London e Frieze Masters.

A primeira Frieze London foi criada em 2003 e anualmente conta com a participação de cerca de 160 das galerias mais importantes do mundo, trazendo para os espectadores o trabalho mais de mil artistas.

A Frieze Masters – realizada simultaneamente desde 2012 – como o próprio nome sugere, é dedicada a reunir vários milhares de anos de arte (todos pré-2000). Cerca de 133 galerias de todo o mundo exibem obras da era antiga e dos velhos mestres até o final do século XX.

Frieze Art Fair 2018

A organização Frieze também publica quatro revistas diferentes e organiza outras feiras internacionais de arte, a Frieze New York desde 2016, e lança este ano a Frieze LA que terá sua primeira edição em 2019.

As galerias compõem os “booths” (estantes) com diferentes critérios, algumas trazem apenas novidades, outras trazem obras de períodos anteriores que ressurgem, outras buscam atender as demandas de mercado. Podem ser exibições, solo ou coletivas, temáticas ou compostas com pinturas, instalações e esculturas, tudo de forma a trazer a arte da melhor forma para os espectadores. Mônica Tachote, diretora da galeria Almeida e Dale, expôs no ano passado na Art Basel e este ano participa da Frieze Masters, para ela é importante ter uma estratégia de mercado, “As feiras escolhidas são feiras aonde há aceitação da arte moderna, pois trabalhamos com arte moderna brasileira e também internacional, então sempre escolhemos feiras que há setor para esse nicho.” diz Mônica.

Frieze Art Fair 2018