Podemos ajudar?

Confira a programação completa do mês de junho no MAM Rio

A programação do MAM Rio neste mês de junho está recheada de atividades. Destaque para as exposições ‘Estado Bruto’, ‘Marcos Chaves: as imagens que nos contam’ e ‘Fayga Ostrower: formações do avesso’. As visitas presenciais seguem todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Neste sábado (12) há também a fala pública com o artista angolano Yonamine. Além disso, a Cinemateca do MAM conta com diversas obras, com destaque aos programas ‘A Cor no Cinema: incursões e relações’, ‘Três décadas brasileiras pela cinefilia’, ‘V Semana Nacional de Arquivos’ e ‘Retrospectiva Julia Murat’.

 

Confira a programação completa do mês de junho no MAM Rio
Foto: Fábio Souza

 

 

ARTES VISUAIS EXPOSIÇÕES

Ingressos em www.mam.rio/ingressos

 

ESTADO BRUTO
1 MAI – 29 AGO 2021

Curadoria: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente

Exposição com mais de 130 esculturas selecionadas dos acervos do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Obras de artistas de diferentes épocas, geografias e linguagens ocuparão a totalidade do Salão Monumental e áreas do terceiro andar do museu, em forma de uma acumulação organizada que pretende mostrar a amplitude e diversidade dos acervos.

 

Confira a programação completa do mês de junho no MAM Rio

 

 

MARCOS CHAVES: AS IMAGENS QUE NOS CONTAM

20 MAR – 25 JUL

Curadoria: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente

Panorama da obra do artista carioca Marcos Chaves, com trabalhos das últimas quatro décadas. Instalações, esculturas, objetos, fotografias e vídeos capturam aspectos fundamentais das paisagens que o artista habita e pelas quais circula. O espaço expositivo, com as vidraças descobertas, permitirá ao visitante conectar diretamente as obras de Chaves com a cidade do Rio, tema recorrente do seu trabalho.

 

Confira a programação completa do mês de junho no MAM Rio

 

FAYGA OSTROWER: FORMAÇÕES DO AVESSO

20 MAR – 25 JUL

Curadoria conjunta da equipe curatorial do MAM Rio: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente, e a equipe de Educação e Participação, com Daniel Bruno, Gilson Plano e Shion Lucas

A importância do trabalho artístico de Fayga Ostrower (1920–2001), especialmente no campo da abstração, é comparável a sua relevância como pensadora e educadora de arte, trabalho que desenvolveu no Bloco Escola do MAM Rio. Fayga Ostrower: formações do avesso traz ao MAM gravuras e tecidos da artista junto com seus textos e ideias, para celebrar o centenário do seu nascimento em 2020 e a recente doação de um conjunto de obras ao museu pelo Instituto Fayga Ostrower.

 

Confira a programação completa do mês de junho no MAM Rio
Centenário de Fayga Ostrower é celebrado no MAM Rio com exposição ‘Formações do Avesso’

 

 

EDUCAÇÃO E PARTICIPAÇÃO

ZONA ABERTA
Ateliê móvel que propõe atividades e práticas artístico-pedagógicas nos jardins e demais áreas externas do MAM Rio. Visa a integração e participação de grupos e pessoas que frequentam o Aterro do Flamengo, a partir de diferentes formas de vivenciar, conviver e se apropriar do museu. Classificação indicativa livre

 

SÁB 5 JUN, das 10h às 13h

Território Luminoso, com Shion Lucas e Prili

Como observamos a distribuição da luz? Ela chega da mesma forma em todos os lugares? Através da observação da distribuição da luz e do olhar, na zona aberta deste sábado, vamos investigar, a partir do desenho e do uso de objetos luminosos, as visibilidades e as invisibilidades, nos espaços do Aterro do Flamengo e do MAM Rio.

 

 

SÁB 19 JUN, das 10h às 13h

Território Sonoro, com Daniel dos Santos

O geógrafo Daniel dos Santos sugere cartografias para o Parque do Flamengo a partir de ativações sonoras e intervenções no espaço. Nessa ação, seremos convidados a experimentar e reimaginar locais do MAM através de provocações rítmicas e formas de vivenciar os territórios onde se situa o museu.

 

 

ACERVO EM FOCO

No último sábado do mês organizamos uma conversa dedicada a uma obra dos acervos do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e sua história, e explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.

SÁB 26 JUN, às 14h

Comfundo, de Marcos Chaves com Prili

Diálogo sobre a obra do artista Marcos Chaves de 1990 que integra a exposição Marcos Chaves: as imagens que nos contam, que agora faz parte do acervo do MAM. Vagas: 12. Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência. Classificação indicativa livre

 

 

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até 8 pessoas de qualquer idade, quando dialogam e compartilham olhares, leituras e significados nas exposições do MAM. Agendar em www.mam.rio/ingressos

 

DOM 06, 13, 20 e 27 JUN

 

10h30 – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

 

13h30 – Arquitetura MAM – Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.

 

15h – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

 

 

 

PERCURSOS

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo às exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

 

QUINTAS E SEXTAS, às 10h e 11h30

Percursos à escolha:

 

Paisagens imaginantes –  Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até as paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.  

 

História do MAM – Ao longo de sua história, o MAM realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou-se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

 

Arquitetura MAM – Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala-se no território da cidade.

 

 

 

EXPRESSO EDUCAÇÃO – RESIDÊNCIA PROFESSOR-PESQUISADOR

Ciclo de Palestras –  Arte, Educação e Cultura Digital

Ciclo de palestra no qual tornamos públicos os debates realizados no projeto Expresso Educação – Residência Professor Pesquisador. Serão 4 palestras, com periodicidade mensal, nas quais os temas arte, educação e cultura digital serão abordados por profissionais de diferentes áreas do conhecimento. As palestras serão voltadas para professores e educadores, de diferentes disciplinas e contextos educacionais. A participação acontecerá mediante inscrições prévias.

 

 

VISITAS ACESSÍVEIS

Com tecnologias assistivas e recursos visuais como animações, destaques e contraste para melhor visualização, esses vídeos são acessíveis aos mais diversos públicos, mas priorizam a experiência das pessoas com deficiências.

 

A partir de QUI, 10 JUN – YouTube e Vimeo

Estado bruto. As mãos do escultor projetam e moldam formas de maneira única. E nós, que relações podemos ter com as formas de uma escultura? Como o tato e a visão se relacionam no momento que observamos uma obra de arte? Vamos refletir sobre os sentidos e sua relação com o fazer artístico.

VISITAS MEDIADAS
AOS SÁBADOS, das 15h às 16h

Visitas às exposições, percorrendo obras e práticas artísticas, a partir das perspectivas de educadores, postas em diálogo com as do grupo. No mês de maio, as visitas serão em torno do tema ‘’matéria’’, elemento presente nas exposições em cartaz no MAM Rio. Vagas: 12. Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência. Classificação indicativa livre

 

 

PARA FAZER EM CASA

Oficinas online para crianças de todas as idades. Vídeos nos quais artistas e educadores propõem atividades para serem realizadas em casa, disponível em www.vimeo.com/mamrio e divulgadas em redes sociais.

 

A partir de QUA 2 JUN
Oficina de Pregaturas, com Zie e Clarissa Diniz

Para dialogar com a exposição Estado Bruto, convidamos Zie e Clarissa Diniz que propuseram uma oficina na qual Zie e sua mãe vão mostrar como criar todo tipo de criaturas usando pregadores. Com muita imaginação, aquele cesto de pregadores que mora ao lado do varal pode se transformar num baú de seres, robôs, máquinas e outras coisas.

 

 

AniMAM Petrobras – Quinto filme
QUI 23 DE JUN (lançamento) nos canais Instagram, Facebook, YouTube e Vimeo

Fayga Ostrower é o tema do novo AniMAM, filme de animação para a primeira infância (0 a 6 anos) produzido pelo museu. A animação realizada por Nara Normande é feita  em stop-motion, com areia colorida e terá como trilha sonora uma música composta por Letícia Novaes. A dupla propõe um passeio de livre associação pelas paisagens criadas por Fayga. O que se pode ver nos encontros das cores que aparecem nas gravuras e litografias da artista? De pássaros e baleias a fones de ouvido. Nara, Leticia e Fayga convidam para uma viagem mágica.

www.mam.rio/animam/

 

 

CICLO DE PALESTRAS Arte, Educação e Cultura Digital

O ciclo torna público os debates realizados no projeto Expresso Educação – Residência Professor-pesquisador. Quatro palestras, com periodicidade mensal, voltadas para professores e educadores de diferentes disciplinas e contextos educacionais. A participação acontecerá mediante inscrições prévias.

 

TER, 08 JUN, das 10h às 12h
Jogos digitais e hackerativismo, com Marli Bassini e Anápuàka, Muniz, Tupinambá, Hã ha hãe. Vagas: 50. Inscrições online: formulário. Debate sobre os dispositivos de jogos como mediação para a aprendizagem e as estratégias de luta por meio do hackerativismo. Marili Bassini é professora há 26 anos. Desenvolve projetos na área de gamificação e uso de games em sala de aula utilizando metodologias ativas no Ensino Médio (Núcleo de Educação Integral da Fundação Romi, Anglo São Pedro e Colégio Ser/Poliedro), no interior de São Paulo. Trabalha, também, com cursos pré-vestibulares (Iter cursos e pré-vestibular, e Anglo Piracicaba). Já lecionou na Educação Básica nos níveis Fundamental I e II, Ensino Superior e programas de Pós-Graduação/formação de professores, desenvolvendo projetos de gamificação. Atuou como pesquisadora do SAE e do Grupo Gestor de Projetos Educacionais do Gabinete do Reitor, na área de educação, na UNICAMP. Anápuàka, Muniz, Tupinambá, Hã hã hãe De Abya Yala, Filho de Pindorama, Nação Tupinambá, ancião e avô, comunicador, empresário, cultura digital indígena no Brasil, Tecno-Xamanista, Artista Indígena Orgânico e Virtual, etnomídia indígena, CEO, Produtor Executivo, Rádio Yandê (web rádio indígena), Casa Yandê, Prêmio da Música Indígena Contemporânea, Yby Festival, Yby MANI, Maker Indígena, especialista em HiperMuseus, Bussines RedSkin Money, RePangeia Indígena, e criando uma startup um Open Banking Indígena (o 1º banco indígena do Brasil),  atualmente estudante de jornalismo na Faculdade Católica Paulista.  E nas horas vagas por hobby sou alienígena.

 

 

 

ENCONTROS NO MAM

Conversas sobre artes, com pessoas convidadas, que a cada mês compartilham processos de trabalho, criação e pesquisa a partir de dinâmicas variadas.

 

SÁB 12 JUN, às 16h

Fala Pública – Residências MAM. Inscrições online, por meio de formulários: de 7 a 11 de junho. Este mês, o convidado é o artista angolano Yonamine, cujo trabalho articula-se por entre complexas instalações, grandes murais, fotografias e vídeos. Yonamine utiliza uma imensa gama de objetos e materiais, tais como jornais, serigrafias, grafismos, colagens e rasgos onde imagens oriundas da cultura popular, de filmes americanos, personalidades que povoam as massas e figuras políticas do continente africano e do mundo se sobrepõem. Nesta grande mescla, o artista constrói um vocabulário peculiar sobre estas referências, indicando seus posicionamentos político-sociais.

 

 

 

CINEMATECA DO MAM ONLINE

Programação gratuita: www.vimeo.com/channels/cinematecadomam

 

ALLAN RIBEIRO 20 ANOS DE CINEMA

 

SEX 4 JUN – QUI 10 JUN

Programa 5. Allan Ribeiro 20 anos de cinema. Mais do que eu possa me reconhecer de Allan Ribeiro. Brasil, 2015. Documentário. Com Darel Valença Lins. 72′. Classificação indicativa livre

 

A COR NO CINEMA: INCURSÕES E RELAÇÕES
Estabelecendo um diálogo com a exposição Fayga Ostrower: Formações do Avesso, a mostra A Cor no Cinema: incursões e Relações toma como ponto de partida o pensamento cromático da artista plástica para revisitar de forma pontual o uso tecnológico, estético, político e cultural da cor na composição visual do filme desde o final do século XIX até a atualidade.

 

QUA 2 JUN – TER 8 JUN

Programa 3- Bicromatismo. The toll of the sea de Chester M. Franklyn. Estados Unidos, 1922. Com Anna May Wong e Kenneth Harlan. 53’. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa livre +

O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford (The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford) de Andrew Dominik Estados Unidos, 2007. Com Brad Pitt, Casey Affleck, Mary-Louise Parker e Sam Shepard. 160’. Classificação indicativa 14 anos +

(Exibição em virtual screening room. No dia 03/06 – Horário a definir) A morte cansada (Der müde Tod) de Fritz Lang. Alemanha, 1921. Com Lil Dagover, Walter Janssen, Bernhard Goetzke e Rudolf Klein-Rogge. 105. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos + Moby Dick (Moby Dick) de John Huston. Reino Unido, 1956. Com Gregory Peck, Richard Basehart, Leo Genn e Orson Welles. 116’. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos

 

QUA 9 JUN – TER 15 JUN
Programa 4 – Tricromatismo. As aventuras de Tom Sawyer (The Adventures of Tom Sawyer) de Noman Taurog. Estados Unidos, 1938. Com Tommy Kelly, Jackie Moran, Ann Gillis. 91’. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos +Sol alegria de Tavinho Teixeira. Brasil, 2018. Com Mariah Teixeira, Jonas Medeiros, Mauro Soares, Tavinho Teixeira. Classificação indicativa 18 anos

QUA 16 JUN – TER 22 JUN
Programa 5 – Acromatismo. O nevoeiro (The Misty) de Frank Darabont. Estados Unidos, 2007. Com Thomas Jane, Marcia Gay Harden e Laurie Holden. 126’. (Versão preto e branca) Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos + O desespero de Veronika Voss (Die Sehnsucht der Veronika Voss) de Rainer Werner Fassbinder. Alemanha, 1982. Com          Rosel Zech, Hilmar Thate e Cornelia Froboess . 104’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos + Ida (Ida) de Pawel Pawlikovski. Polônia e Dinamarca, 2013. Com Agata Kulesza, Agata Trzebuchowska e Dawid Ogrodnik. 80’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos + Cores de Francisco Garcia. Brasil, 2012. Com Acauã Sol,  Simone Iliescu, Pedro di Pietro e Tonico Pereira. 95’. Classificação indicativa 14 anos.

 

QUA 23 JUN
Sessão Especial.

Experimento bicromático de Paulo Benedetti. Tricolor [Primeiras experiências coloridas no Brasil] de Paulo Benedetti. Brasil, 1929. Fragmento. 2’08”12 fotogramas (a 16 qps) ou 1’25”20 fotogramas (a 24 qps). Silencioso. Classificação indicativa livre

 

DEBATES

QUA 16 JUN,  às 16h
(Via Youtube e Facebook)

Gabriela Campos (Figurinista), Marcos Pedroso (diretor de arte) e Alziro Barbosa (Diretor de fotografia). Mediação Hernani Heffner.

QUA 23 JUN

Curso de Paulo de Andrade. Color Grading.

 

RETROSPECTIVA JULIA MURAT

Seguindo a apresentação do trabalho de autores e autoras que construíram suas obras nas duas primeiras décadas do século XXI, a Cinemateca do MAM apresenta o trabalho da cineasta Julia Murat. Murat pode ser incluída no chamado Novíssimo Cinema brasileiro, termo que reúne uma nova geração de realizadores que começou a ganhar repercussão e prêmios nos principais festivais nacionais e internacionais no início da década de 10. No caso de Julia Murat, esse reconhecimento vem com seu primeiro longa-metragem ficcional, Histórias que só existem quando lembradas (2011). Iniciou seu trabalho mais próximo do campo das artes plásticas, com curtas e instalações de vídeo-arte na primeira década dos anos 2000. Desempenhou diversas funções na produção de filmes, tendo trabalhado com cineastas consagrados como Ruy Guerra e Lúcia Murat, mas também de novos realizadores. Embora sua atuação não se limite ao papel de diretora, a presente retrospectiva se concentra em suas obras mais autorais. Em 5 programas apresentamos 10 filmes de curta e longa-metragem, ficções, documentários e instalações, alguns realizados em co-direção.

 

SEX 11 JUN – QUI 17 JUN

Programa 1. A velha, o canto, as fotos de Julia Murat. Brasil, 2001. 7′. + Cinetismo luminoso de Carlos Alberto Murad, Julia Murat e Leonardo Ventapane. Brasil, 2002. 3′. + Movimento intrínseco de Carlos Alberto Murad, Julia Murat e Leonardo Ventapane. Brasil, 2002, 3′ + Desvelar de Julia Murat. Brasil, 2003. Instalação. 4′ + Ausência de Julia Murat e Valentina Homem. Brasil, 2004. Com Fernanda Bond e Renato Linhares. 8’ + Pendular de Júlia Murat. Brasil, 2009. Com Leo Corajo e Tereza Fournier. 12’. Classificação indicativa 14 anos

 

SEX 18 JUN – QUI 24 JUN

Programa 2. Dia dos pais de Julia Murat e Leo Bittencourt. Brasil, 2008. Documentário. 73’. Classificação indicativa 12 anos

 

TER 22 JUN – SEG 28 JUN

Programa 3. Operações de Garantia da Lei e da Ordem de Júlia Murat e Miguel Antunes Ramos. Brasil, 2017. Documentário. 80’. Classificação indicativa 14 anos

 

SEX 25 JUN – QUI 01 JUL

Programa 4. Histórias que só existem quando lembradas de Júlia Murat. Brasil, 2011. Com Sonia Guedes, Luiz Serra, Lisa Fávero e Ricardo Merkin. 98’.Classificação indicativa 10 anos

 

TER 29 JUN – QUA 30 JUN (Apenas 24 horas)

Programa 5. Pendular de Júlia Murat. Brasil, 2017. Com Raquel Karro. Rodrigo Bolzan, Neto Machado e Valéria Barreto. 108’. Classificação indicativa 16 anos

 

DEBATE

TER 29 JUN, às 16h ( ao vivo via Youtube e Facebook)

Caminhos e processos: conversa com Julia Murat. Com a participação de Julia Murat. Mediação:  Nina Tedesco

 

V SEMANA NACIONAL DE ARQUIVOS
PROJETO OUVINDO HISTÓRIAS – DEPOIMENTOS SOBRE A CINEMATECA DO MAM

Organização: Juliana Mendes e José Quental

 

Entre os dias 7 e 11 de junho, acontece a V Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional, que este ano tem como tema central Empoderando Arquivos. Este ano, Empoderando Arquivos é o tema central do evento e, como parte da programação,  a Cinemateca do MAM apresenta o projeto Ouvindo HistóriasDepoimentos sobre a Cinemateca do MAM. Trata-se de um projeto de história oral que vem recolhendo depoimentos de diversos colaboradores que ao longo das últimas seis décadas e meia participaram da história da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Os entrevistados e entrevistadas são pessoas que fizeram parte dessa história: pesquisadores, programadores, professores, arquivistas, cineastas, funcionários da Cinemateca e do MAM, voluntários. Por meio do registro audiovisual desses depoimentos, busca-se construir parte da história da Cinemateca do MAM. Durante a V Semana Nacional de Arquivos, será apresentada a primeira entrevista com o cineasta Walter Lima Jr. e, em seguida, quinzenalmente serão disponibilizados os novos depoimentos no seguinte endereço: vimeo.com/showcase/ouvindohistorias. Além disso, durante o evento, será registrada uma entrevista, ao vivo, com o diretor Cacá Diegues e serão realizadas duas mesas de discussão.

 

TER 08 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)

A participação em um programa de história oral: a importância do testemunho. Com participação de José Roberto e Walter Lima Jr. Mediação: José Quental.

 

TER 08 JUN, às 18h

Lançamento da primeira entrevista do projeto ouvindo histórias. Depoimento de Walter Lima Jr. (vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)

 

QUA 9 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)

Entrevista com Cacá Diegues. Com participação de Hernan, Hernani Heffner, José Quental e  Juliana Maia.

 

QUI 10 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)

História oral e patrimônio audiovisual: construindo a memória institucional. Com a participação de Fabián Núñez (UFF), Carlos Eduardo Marconi (Arquivo Nacional) e Luciana Heymann (COC/Fiocruz) Mediação: Juliana Maia.

 

TRÊS DÉCADAS BRASILEIRAS PELA CINEFILIA

Curadoria: Bruna Toscano e Pedro Lovallo

 

Quais os melhores filmes brasileiros dos últimos trinta anos? A mostra Três Décadas Brasileiras pela Cinefilia se estrutura a partir de uma ampla lista, organizada pelo crítico Pedro Lovallo e  elaborada a partir da contribuição de mais de 150 cinéfilos e entusiastas da arte cinematográfica.  A proposta foi pedir uma lista de vinte filmes favoritos a

das décadas de 1990, 2000 e 2010 para este amplo grupo. A partir dessa lista, que inclui filmes de todos os países, selecionamos os filmes brasileiros que se destacavam. A programação traz os três mais bem votados filmes brasileiros de cada década, totalizando nove obras seminais da filmografia nacional.

 

SEG 7 JUN – DOM 13 JUN

Anos 90. Alma Corsária de Carlos Reichenbach. Brasil, 1993. Com Bertrand Duarte e Jandir Ferrari. 112’. Classificação indicativa 16 anos + O vigilante de Ozualdo Candeias. Brasil, 1992. Com Walter Carlos, Rogério Costa e Bárbara Fázio. 80’. Classificação indicativa 16 anos + O Viajante de Paulo César Saraceni. Brasil, 1999. Com Marília Pêra, Jairo Mattos, Leandra Leal, Nelson Dantas. 118’. Classificação indicativa 14 anos

 

SEG 14 JUN – DOM 20 JUN

Anos 00. Falsa Loura de Carlos Reichenbach. Brasil, 2007. Com Rosanne Mulholland, João Bourbonnais e Djin Sganzerla. 103. Classificação indicativa 16 anos + Jogo de Cena de Eduardo Coutinho. Brasil, 2007. Documentário. 105’. Classificação indicativa livre + O Signo do Caos de Rogério Sganzerla. Brasil, 2003. Com Eduardo Cabús, Guaracy Rodrigues, Helena Ignez. 80’. Classificação indicativa livre

 

SEG 21 JUN – DOM 27 JUN

Anos 10. Garoto de Júlio Bressane. Brasil, 2015. Com Marjorie Estiano, Gabriel Leone, Josie Antello. 76’ Classificação indicativa livre + Já Visto Jamais Visto de Andrea Tonacci. Brasil, 2014. Documentário. Classificação indicativa livre + Um Dia na Vida de Eduardo Coutinho. Brasil, 2010. Documentário. Classificação indicativa livre

 

VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL – FILM HERITAGE FOUNDATION

 

Criada em 2014 por Shivendra Singh Dungarpur, a Film Heritage Foundation tem por objetivo salvaguardar a filmografia indiana, uma das maiores e mais atingidas por perdas em função da ausência da conservação dos filmes. Condutora de grandes projetos de restauração, a entidade tem logrado recolocar em circulação os clássicos dos vários centros regionais de produção do país, além de contar com Shri Amitabh Bachchan, ícone absoluto de Bollywood, do cinema indiano como um todo e recém agraciado com o Prêmio FIAF 2021, no posto de embaixador.

 

SEX 25 JUN – DOM 27 JUN

Mensagem de Amitabh Bachchan. + Don (Don) de Chandra Barot. Índia, 1978. Com Amitabh Bachchan, Zeenat Aman e Pran. 166’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos (FILME A CONFIRMAR)

 

SEG 28 JUN

Conferência gravada de Shivendra Singh Dungarpur sobre a Film Heritage Foundation. Mediação: José Quental (Em inglês, legendado em português)