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A Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, que vão da performance à pintura

Entre 26 de outubro de 2021 e 29 de janeiro de 2022, a Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, reunindo obras produzidas no último ano e que vão da performance à pintura, passando por suportes tradicionais e mídias pouco ortodoxas. Autora de uma obra confessional e autobiográfica, Panmela começou sua trajetória nas quebradas do subúrbio carioca.

Nos últimos anos, seu trabalho alcaçou repercussão internacional não apenas no sistema da arte, como também meio a setores que lutam pelos direitos humanos de grupos historicamente marginalizados e periféricos – o que diz respeito a sua própria biografia. 

‘Ostentar é estar viva’ traz a experimentação estética de Panmela Castro e o impulso social de suas ações. A exposição se apresenta como uma grande narrativa de encontros, rituais e processos de transformação. Uma constelação que fala de relações de confiança e correntes de cuidado. Com curadoria de Daniela Labra, ‘Ostentar é estar viva’ é uma mostra auto-referente e midiática, inspirada em visualidades Gangstar, espiritualistas, queer, digital, acadêmica, da pixação e outras. Seus trabalhos e ambientes incorporam a multiplicidade complexa da cultura contemporânea, juntando à estética do agora relatos e existências que se afirmam no mundo de modo político, original e apaixonado.

Panmela Castro nasceu em 1981, Rio de Janeiro, Brasil. Vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e São Paulo.

Originalmente pichadora do subúrbio do Rio, Panmela Castro interessou-se pelo diálogo que seu corpo feminino marginalizado estabelecia com a urbe, dedicando-se a construir obras a partir de experiências pessoais, em busca de uma afetividade recíproca com o outro de experiência similar. O cerne das inquietações da artista é descrito por ela como “alteridade e pertencimento: o trabalho é sempre sobre o amor, sobre a relação com o outro, é sobre a minha existência vivenciada a partir da existência do outro”. Sua obra já foi exposta em museus ao redor do mundo, como o Stedelijk Museum em Amsterdã, e faz parte de importantes coleções. Recentemente, seu trabalho passou a integrar o acervo do Institute of Contemporary Art (ICA- Miami) e a Jorge M. Pérez Collection. Sobrevivente de violência doméstica, Panmela desenvolve há quase 20 anos, projetos de arte e educação para conscientizar sobre os direitos das mulheres, especialmente por meio da Rede NAMI – associação criada por ela. 

 

A Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, que vão da performance à pintura
OSTENTAR É ESTAR VIVA, 2021

 

 

A Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, que vão da performance à pintura
Panmela Castro

 

 

A Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, que vão da performance à pintura
MC CAROL DE NITERÓI – DA SÉRIE VIGÍLIA , 2021

 

 

A Galeria Luisa Strina apresenta a primeira exposição individual da artista e ativista Panmela Castro, que vão da performance à pintura
Panmela Castro – a série Mulheres negras não ganham flores, 2021

 

 

Ostentar é estar viva
Curadoria de Daniela Labra
26 de outubro de 2021 a 29 de janeiro de 2022
Galeria Luisa Strina, São Paulo
Rua Padre João Manuel, 755